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O que os Correios e o setor logístico têm em comum quando falamos de Direitos Trabalhistas

  • Foto do escritor: Nobres Mídias
    Nobres Mídias
  • 11 de fev.
  • 2 min de leitura

À primeira vista, trabalhar nos Correios - ou em uma empresa privada de logística - pode

parecer muito diferente. No entanto, quando olhamos para o dia a dia operacional, as

semelhanças são enormes, especialmente quando os assuntos são direitos trabalhistas,

metas, jornada e riscos à saúde.


Este artigo é um convite para entender como ecetistas e profissionais da logística enfrentam

desafios parecidos. Aqui, demonstramos porquê conhecer seus direitos é fundamental em qualquer modelo de operação.


Rotina intensa e pressão por produtividade


Tanto nos Correios quanto em centros logísticos privados, a lógica é parecida:

● alto volume de entregas;

● prazos curtos;

● metas rígidas;

● cobrança constante por desempenho.


Essa pressão - quando ultrapassa limites razoáveis - pode gerar assédio moral,

adoecimento e violações legais. Não importa se a empresa é pública ou privada.


Jornada de trabalho e horas-extras


Ecetistas e trabalhadores(as) da logística frequentemente enfrentam:

● jornadas prolongadas;

● dificuldade para usufruir pausas;

● horas-extras não pagas (ou mal registradas);

● banco de horas imposto sem acordo claro.


A legislação trabalhista protege todos os(as) trabalhadores(as), e o fato de a operação

ser logística não autoriza excessos.


Saúde, acidentes e adoecimento ocupacional


Outro ponto em comum é o risco físico:

● esforço repetitivo;

● peso excessivo;

● exposição ao sol, chuva e calor;

● doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho;

● acidentes de trajeto e de trabalho típico.



Carteiros(as), operadores(as) de CD, separadores(as), motoristas e entregadores(as) estão igualmente expostos(as) e todos(as) tem direito à proteção, emissão de Comunicação

de Acidente de Trabalho (CAT) e estabilidade quando o adoecimento tem relação com

o trabalho.


Conclusão


Correios e logística caminham lado a lado quando o assunto é trabalho intenso, risco e

responsabilidade. Conhecer essas semelhanças fortalece a consciência coletiva e ajuda

trabalhadores(as) de diferentes setores a não normalizar abusos.


Direitos não mudam conforme o uniforme; mudam quando deixam de ser conhecidos.

Para sanar todas as dúvidas sobre o assunto, é aconselhável buscar orientação

profissional.


Somos Autoridade na defesa dos direitos do(a) ecetista, e estamos à disposição para auxiliar na busca pelos direitos dos(as) Empregados(as) da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.


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